A goleada por 6 a 2 sobre a Cabofriense animou o Botafogo e marcou a quebra de um tabu que já vinha desde 2014, quando o Bota goleou o Cricúma por 6 a 0.

Desde o dia 10 de maio daquele ano, o Alvinegro não fazia seis ou mais gols em um rival. O clube bateu na trave em algumas ocasiões, mas sempre faltou um golzinho.

Ironicamente, a goleada alvinegra foi construída justamente em uma partida sem público. Com os portões fechados por conta da pandemia, a torcida não acompanhou de perto a partida que teve Luis Henrique e Pedro Raul como destaques.

Aprovação de Renê Weber

“Nós entramos para definir o jogo. Conseguimos fazer um gol e depois prevaleceu a equipe. Como um todo, a equipe se comportou muito bem. Só tenho que elogiar os jogadores. Durante a semana deu para ver que eles se entregaram, quiseram. E quando voltou para o campo foi alegria geral”, elogiou o auxiliar Renê Weber, que dirigiu o time.

Nas mãos do técnico Paulo Autuori, o Botafogo foi um time que procurou abafar o rival desde o primeiro momento. Após tanto tempo de inatividade, a equipe cansou um pouco, deu espaços, mas converteu em gols as chances criadas.

“Nós temos que parabenizar, como foi dito no vestiário, os jogadores. Jogar às 11h, com uma temperatura elevada, por mais que a gente queira, a intensidade cai. A gente, ainda assim, conseguiu manter uma intensidade boa, um nível de jogo interessante”, completou Renê.

Com o resultado, o Bota subiu para a segunda colocação do Grupo A e está à frente do Boavista no critério saldo de gols. Na próxima e última rodada da fase de classificação da Taça Rio, a equipe encara a Portuguesa, enquanto o time da Região dos Lagos enfrenta o Flamengo.

Fonte:UOL